I tremble
They're gonna eat me alive
If I stumble
They're gonna eat me alive
Can you hear my heart beating like a hammer?
Beating like a hammer?
Help, I'm alive, my heart keeps beating like a hammer
Hard to be soft
Tough to be tender
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Beating like a hammer
a proximidade das segundas-feiras faz essa bateria ecoar como um trovão na minha cabeça
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metric
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
this is the last time...
queria escrever
queria te dizer
mas a minha paciência acabou.
e pra dizer bem a verdade, meus ouvidos doem.
ouvi demais, mais do que queria, mais do que precisava.
e o grande problema disso tudo também sempre foi:
eu posso escrever o que quero
você pode interpretar como quer
mas aí o problema é todo seu.
queria te dizer
mas a minha paciência acabou.
e pra dizer bem a verdade, meus ouvidos doem.
ouvi demais, mais do que queria, mais do que precisava.
e o grande problema disso tudo também sempre foi:
eu posso escrever o que quero
você pode interpretar como quer
mas aí o problema é todo seu.
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
lembro exatamente do que pensei quando voltei pra uma festa que já tinha acabado.
"nossa, que cara mais idiota!"
Eram mais de quatro da manhã minha cabeça já não funcionava mais no mesmo ritmo. E eu voltei. Voltei pra algo que já tinha terminado. Para falar com um idiota. Lembro como tivesse acontecido há dois minutos atrás: do nada arrancando os óculos da cara e atirando no chão. Assim, por nada. E, cá entre nós, que tipo de babaca usa óculos de sol às cinco da manhã?
Então, olhei pro ray-ban poser, que por sorte não se espatifou no chão, e só conseguia pensar "que diabos eu tô fazendo aqui? melhor sair daqui duma vez, melhor sair daqui duma vez". Olhei desgostada pro óculos atirado no chão, balancei a cabeça e te olhei, pela primeira vez, daquele jeito bravo, que eu viria a te olhar tantas outras vezes. Só pode ter sido a tua felicidade, aquela cara de criança grande faceira, por estar me vendo de novo que me desarmou e me fez ficar. Então, fiquei. Fiquei até a noite virar dia.
E muitas noites e dias se passaram assim, terminando, começando e a gente ali, de tempos em tempos, fazendo objetos voar: maços de cigarro, bolsas, telefones, sapatos. A impulsividade deu asa a um bocado de coisas e na aterrissagem fui eu quem derrapou na neve dos próprios sentimentos. A frieza calculada ficou difícil de sustentar quando o peso e o desconcerto de se ver em outra pessoa foi insuportável. Aí eu saí correndo, rasguei fotos, amassei cartas, fui embora. Chamar a atenção foi coisa que a gente sempre soube fazer muito bem. O mundo, às vezes, foi palco pequeno demais pra nós dois.
Mas algo me diz que, no fechar das cortinas, te deixei tomar conta do show.
Porque é quase verão e sou eu quem sente frio.
"nossa, que cara mais idiota!"
Eram mais de quatro da manhã minha cabeça já não funcionava mais no mesmo ritmo. E eu voltei. Voltei pra algo que já tinha terminado. Para falar com um idiota. Lembro como tivesse acontecido há dois minutos atrás: do nada arrancando os óculos da cara e atirando no chão. Assim, por nada. E, cá entre nós, que tipo de babaca usa óculos de sol às cinco da manhã?
Então, olhei pro ray-ban poser, que por sorte não se espatifou no chão, e só conseguia pensar "que diabos eu tô fazendo aqui? melhor sair daqui duma vez, melhor sair daqui duma vez". Olhei desgostada pro óculos atirado no chão, balancei a cabeça e te olhei, pela primeira vez, daquele jeito bravo, que eu viria a te olhar tantas outras vezes. Só pode ter sido a tua felicidade, aquela cara de criança grande faceira, por estar me vendo de novo que me desarmou e me fez ficar. Então, fiquei. Fiquei até a noite virar dia.
E muitas noites e dias se passaram assim, terminando, começando e a gente ali, de tempos em tempos, fazendo objetos voar: maços de cigarro, bolsas, telefones, sapatos. A impulsividade deu asa a um bocado de coisas e na aterrissagem fui eu quem derrapou na neve dos próprios sentimentos. A frieza calculada ficou difícil de sustentar quando o peso e o desconcerto de se ver em outra pessoa foi insuportável. Aí eu saí correndo, rasguei fotos, amassei cartas, fui embora. Chamar a atenção foi coisa que a gente sempre soube fazer muito bem. O mundo, às vezes, foi palco pequeno demais pra nós dois.
Mas algo me diz que, no fechar das cortinas, te deixei tomar conta do show.
Porque é quase verão e sou eu quem sente frio.
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domingo, 4 de outubro de 2009
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
quiet is the new loud
senta aí, vai.
para cinco minutos e me escuta.
vou te contar uma história.
vou te cantar uma música.
é aquela mesmo.
aquela que fica difícil no final.
aquela que desce rasgando doída na garganta.
senta aí, vai.
e ouve.
ouve eu te dizer em caixa alta
aquilo que nunca consegui te dizer ao pé do ouvido.
para cinco minutos e me escuta.
vou te contar uma história.
vou te cantar uma música.
é aquela mesmo.
aquela que fica difícil no final.
aquela que desce rasgando doída na garganta.
senta aí, vai.
e ouve.
ouve eu te dizer em caixa alta
aquilo que nunca consegui te dizer ao pé do ouvido.
sábado, 19 de setembro de 2009
Posso falar com o joão?
Existem coisas que só acontecem comigo. É verdade. Qualquer pessoa que anda comigo há mais de um mês pode confirmar. Não que a pessoa ter o celular roubado seja grande exclusividade de pessoas como eu.
Mas aí a pessoa tem o celular novinho lindo em folha roubado. A pessoa manda bloquear o celular, é óbvio, e no dia seguinte, já está com seu número de volta. Num aparelho velho. É claro. Durante o dia várias pessoas ligam. Todas procurando pelo João. Até que uma hora cai a ficha na cabeça da criatura e desenvolve-se a conversação que segue:
- Alô
- João?
- Cara, já te disse CEM vezes que esse celular não é do João. Esse celular é da Bruna e SEMPRE FOI.
- Não, mas ele me ligou desse número ontem!
(nesse momento uma luz se acende na mente da criatura!)
- AH É? te ligou desse número é? Mas esse número é meu, não do João. E ele te ligou desse número porque é um LADRÃOZINHO filho-da-puta-infeliz-desgraçado que roubou o MEU celular.
....Silêncio......
- Ah e diz pra ele que ele faça bom proveito do aparelho... enfie no *****
- Ah tá, desculpa aí, Bruna. Pode deixar que eu aviso.
Mas aí a pessoa tem o celular novinho lindo em folha roubado. A pessoa manda bloquear o celular, é óbvio, e no dia seguinte, já está com seu número de volta. Num aparelho velho. É claro. Durante o dia várias pessoas ligam. Todas procurando pelo João. Até que uma hora cai a ficha na cabeça da criatura e desenvolve-se a conversação que segue:
- Alô
- João?
- Cara, já te disse CEM vezes que esse celular não é do João. Esse celular é da Bruna e SEMPRE FOI.
- Não, mas ele me ligou desse número ontem!
(nesse momento uma luz se acende na mente da criatura!)
- AH É? te ligou desse número é? Mas esse número é meu, não do João. E ele te ligou desse número porque é um LADRÃOZINHO filho-da-puta-infeliz-desgraçado que roubou o MEU celular.
....Silêncio......
- Ah e diz pra ele que ele faça bom proveito do aparelho... enfie no *****
- Ah tá, desculpa aí, Bruna. Pode deixar que eu aviso.
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sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Declaration of Dependence
Novo cd do Kings of Convenience pra baixar aqui
Numa primeira ouvida rápida, achei o pior dos três. :/
Mas power of not knowing é lindíssima, MESMO.
Numa primeira ouvida rápida, achei o pior dos três. :/
Mas power of not knowing é lindíssima, MESMO.
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musiquinha
se eu pudesse
guardava esse monte de letrinhas, consoantes e mais consoantes,
que pra mim formaram a música mais bonita,
assim,bem perto do meu ouvido
e disparava o play sempre que tudo perdesse o sentido.
guardava esse monte de letrinhas, consoantes e mais consoantes,
que pra mim formaram a música mais bonita,
assim,bem perto do meu ouvido
e disparava o play sempre que tudo perdesse o sentido.
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Novo disco do Vampire Weekend em janeiro.
Eba.
Eba.
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