- Não podemos fazer nada? - perguntei.
- Não sei - disse ela - mas não quero passar novamente por esse inferno.
- Então seria melhor que não nos tornássemos a ver.
- Não, querido, tenho necessidade de vê-lo. E isso não é tudo, você bem sabe.
- Sim, mas acaba sempre nisso.
- A culpa é minha. Não pagamos por tudo que fazemos?
1 comentários:
Brett (ou melhor, Brunett),
lembra-te da última frase do livro:
"- Sim. É sempre agradável pensar nisso"
E de outra, um pouco antes:
"- Tem ainda muito tempo pela frente."
Afinal tu só tem 34 anos.
Beijo do Frejake
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