terça-feira, 3 de maio de 2011

círculo

- Não podemos fazer nada? - perguntei.
- Não sei - disse ela - mas não quero passar novamente por esse inferno.
- Então seria melhor que não nos tornássemos a ver.
- Não, querido, tenho necessidade de vê-lo. E isso não é tudo, você bem sabe.
- Sim, mas acaba sempre nisso.
- A culpa é minha. Não pagamos por tudo que fazemos?

1 comentários:

Anônimo disse...

Brett (ou melhor, Brunett),

lembra-te da última frase do livro:
"- Sim. É sempre agradável pensar nisso"

E de outra, um pouco antes:
"- Tem ainda muito tempo pela frente."

Afinal tu só tem 34 anos.

Beijo do Frejake